Philips Index: Saúde e Bem-estar em Portugal 2011


A família e o lar são a chave para o bem-estar de mais de 80% de portugueses

Março 21, 2011

  • Segundo este Índice, elaborado pela TNS, apenas 58% dos portugueses considera que o seu nível de bem-estar e saúde é “bom” ou “muito bom”. No entanto, combinando a percepção de bem-estar geral com a sua saúde, o seu meio, a sua família e o seu trabalho, a percentagem de satisfeitos atinge os 64%.

 

  • 98,5% dos portugueses consideram que a relação familiar e a saúde mental são factores determinantes para uma boa percepção de bem-estar geral.

 

  • A falta de sono é um dos mais relevantes problemas em Portugal, afectando um em cada três portugueses (incidindo mais sobre as mulheres do que sobre os homens, 35% e 28%, respectivamente).

 

  • 50% das mulheres inquiridas e 25% dos homens consideram que se sentem “algo / muito stressados”. As principais causas de stress mencionadas estão relacionadas com a economia, a perda de trabalho e os gastos mensais.

 

  • 84% dos entrevistados acredita que a tecnologia vai mudar profundamente as nossas casas, dentro de 10 anos, sendo a área da saúde aquela em que a tecnologia terá um impacto mais positivo.

 

 

Lisboa – 58% dos portugueses afirma ter um nível “bom” ou “muito bom” de bem-estar e saúde em geral, uma percentagem que chega aos 64% quando se tem em conta percepções de bem-estar relativos a aspectos particulares da sua saúde, do seu meio, da sua família e do seu trabalho. Para os portugueses, a chave do bem-estar está na relação com a sua família e amigos e a sua saúde mental (98,5%).

 

Estas são algumas das muitas conclusões do “Philips Index: Saúde e Bem-estar em Portugal 2011”[1], um estudo que avalia o grau de importância e de satisfação da população relativamente a cinco áreas relacionadas com a saúde e bem-estar: a família e amigos, o bem-estar, o estado físico, a comunidade em que vivemos e onde trabalhamos. O Philips Index foi elaborado a partir de um inquérito realizado pela consultora TNS a uma amostra estatisticamente significativa da população portuguesa com mais de 18 anos.

 

No caso de Portugal, o Índice revela um bom resultado para a vida familiar dos portugueses: 82% dos inquiridos considera a família e amigos como o elemento mais importante para o seu bem-estar, situando-se 21 pontos acima do Índice Laboral (61%) e 31 pontos a cima do Índice da Comunidade em que vive (51%).  Entre as 3 regiões do país em análise (Norte, Grande Lisboa e Sul), os resultados revelam ainda que não existem diferenças significativas. No entanto, é de destacar que o Índice Laboral é 4 pontos mais baixo no Norte do que em Lisboa e 5 pontos mais baixo no resto do país. O Índice Família e Amigos obteve o seu melhor resultado em Lisboa (84%), 4% acima da região Norte e dois pontos acima do resto do país.

 

Relativamente ao estado da saúde nos últimos anos e à esperança de vida, destaca-se o facto de 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 4 homens acreditarem que sua saúde está “pior” ou “muito pior” do que há cinco anos atrás. Por outro lado, 81% dos inquiridos acreditam que vão viver mais do que os seus pais. Relativamente ao sexo, os homens são mais optimistas do que as mulheres relativamente à sua esperança de vida. Por idades, é de salientar o facto de 21% dos jovens, entre os 18 e os 34 anos, acreditarem que irão viver menos que os seus pais.

 

O que mais nos importa e o nosso grau de satisfação

 

98,5% dos portugueses classifica como o elemento mais importante para o seu bem-estar uma boa relação com família e amigos verificando-se que a quase totalidade dos inquiridos está totalmente satisfeito com esta variável (98%). A saúde física é a segunda variável mais valorizada pelos portugueses (98%) mas, no entanto, apenas 92,5% dos inquiridos se consideram satisfeitos com ela, o que resulta numa diferença ou gap de -5,5%. Outro dos aspectos que os portugueses destacam como importante é a saúde física da sua família (96%), estando apenas 88% satisfeitos, resultando num gap de 8%.

 

Existem vários aspectos da vida dos portugueses com uma enorme diferença entre as variáveis ”o que nos importa” e “quanto nos satisfaz”. Em primeiro lugar, destaca-se o custo de vida (é importante para 88% e apenas 32,5% está satisfeito, traduzindo-se numa diferença de 55,5 pontos de diferença entre as variáveis sendo o maior gap detectado em todo o Índice português); o quanto se ganha (é importante para 85% dos inquiridos mas satisfaz apenas 55%, resultando num gap de 30 pontos); e a quantidade de stress que resulta numa diferença de 17,5 pontos de entre “o quanto nos importa” (80%) e o “quanto nos satisfaz” (62,5%).

 

O stress e a falta de sono como factores que alteram o nosso bem-estar 

 

O problema da falta de sono é importante em Portugal e afecta um em cada três portugueses, sendo mais evidenciado nas mulheres do que nos homens (35% face a 28%). Segundo o Índice as mulheres deixam de dormir devido às preocupações com a sua vida quotidiana, com os seus filhos e com a falta de tempo para cumprir as suas tarefas diárias.

 

Os mais jovens e os indivíduos entre os 35 e os 54 anos são os que menos dormem. Esta falta de sono afecta, segundo os inquiridos, 69% da sua saúde física, 53% da sua vida familiar, 50% da sua saúde mental e 47% do seu rendimento no trabalho.

 

Enquanto 50% das mulheres se sentem “algo ou muito stressadas”, esta sensação afecta apenas 25% dos homens. As causas primordiais indicadas para a origem do stress em ambos os sexos são a economia, a perda de trabalho e os gastos mensais. No entanto, estes problemas preocupam 20% mais as mulheres do que os homens.

 

Os portugueses face à saúde: visita ao médico, fontes de informação e atitudes

 

Os portugueses encaram a sua própria saúde como um assunto muito sério: 8 em cada 10 vão anualmente ao médico, embora os homens o façam com menos frequência que as mulheres.  Também as visitas ao dentista são um hábito para 75% dos inquiridos que visitam, pelo menos uma vez por ano, este médico especialista.

 

Para obter informações sobre os assuntos relacionados com a saúde, os portugueses preferem consultar o médico do que recorrer a quaisquer outras fontes: 55% dos inquiridos recorre ao médico como primeira opção. Os amigos e familiares são a segunda fonte de consulta preferida pelos portugueses.

 

Uma análise dos resultados do Philips Index permite identificar diferentes pontos de vista dos portugueses face à sua saúde. Entre os quatro “tipos” identificados, há que destacar dois grupos: um que denominámos “independentes” (que representa 30% dos portugueses) e um segundo que catalogámos de “dependentes” (e que engloba já 27% da população).

 

Os primeiros gostam de estar informados sobre a saúde mas normalmente evitam ao máximo ir ao médico (são sobretudo indivíduos maiores de 55 anos). A saúde é um tema que lhes interessa, porém preferem tratá-lo independentemente. Os segundos, com idades compreendidas entre os 45 e mais de 55 anos, representam as condutas mais tradicionais face à saúde.

 

O papel da tecnologia na saúde e bem-estar

 

Para 90% dos portugueses, segundo as conclusões do Philips Index, a principal área que está a ser positivamente afectada pelas mudanças tecnológicas, é a da comunicação. No inquérito foram ainda destacadas as áreas de tratamentos médicos (87%), a prevenção/manutenção da saúde (87%) e a educação (86%). Em termos gerais, os portugueses consideram a qualidade, a facilidade de utilização e a comodidade como os aspectos mais importantes da tecnologia aplicada à área da saúde e bem-estar.

 

Outra das principais conclusões extraídas do estudo é que cerca de 90% dos entrevistados consideram que a tecnologia médica lhes vai permitir viver mais anos, considerando ainda 55% dos inquiridos que a tecnologia os irá ajudar a evitar problemas de saúde durante a velhice.

 

De destacar ainda a importância que os portugueses atribuíram à luz: cerca de 93% reconhece que a luz pode ter um efeito muito importante na sua saúde e bem-estar.

 

O Philips Index revela ainda que 82% dos portugueses considera que cada um de nós é responsável por compreender a tecnologia e que esta vai mudar e melhorar substancialmente a sua vida e as suas casas nos próximos 10 anos (84%).

 

 

Mais informações:

Ángeles Barrios

Directora de Comunicação

Philips Ibérica, S.A.U.                                             

Tel. : +34 91 566 93 00/ 90 40

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Ipsis

Ana Cristina Costa

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cristina.costa@ipsis.pt

 

 

Royal Philips Electronics

A Royal Philips Electronics da Holanda (NYSE: PHG, AEX: PHI) é uma empresa cujas actividades cobrem todos os aspectos de Cuidado de Saúde e Bem-estar, com o objectivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas, proporcionando-lhes as necessárias inovações no momento certo. Como líder global em cuidado de saúde, consumo e estilo de vida e iluminação, a Philips integra tecnologia de ponta e soluções de design contemporâneo, sempre desenvolvido em torno das necessidades das pessoas e com base num conhecimento profundo do consumidor e na sua promessa de marca "Sense and Simplicity". Com sede na Holanda, a Philips emprega aproximadamente 119.000 funcionários em mais de 60 países. Com um volume de negócios de 25.400 milhões de euros em 2010, a companhia é líder global em cuidados críticos e problemas cardíacos, e telemonitorização, em soluções para iluminação baseadas na eficiência energética e novas aplicações de iluminação, bem como soluções de consumo para melhorar a qualidade de vida e lazer das pessoas, com uma sólida posição de liderança em Flat TV, barbear e cuidados masculinos, sistemas portáteis de entretenimento e saúde oral. Pode obter mais notícias da Philips em www.philips.com/newscenter ou www.philips.pt.

 

Sobre TNS

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Utilizando soluções únicas para gerir com êxito os principais temas relacionados com marketing e negócios, a TNS é especialista no desenvolvimento de produtos e inovação, marca e comunicação, gestão de stakeholders, ponto de venda, consumidores e investigação qualitativa. 

A TNS oferece um serviço de primeira qualidade em mais de 70 países e faz parte do Grupo Kantar, a maior rede de investigação mundial, negocio e consultoria. Para mais informações sobre a TNS visite www.tns.pt.

 

 

[1] *Com origem nos Estados Unidos em 2004, o estudo foi encomendado pelo Philips Center for Health & Well-being, uma iniciativa da companhia Philips para promover o conhecimento e o debate no âmbito dos aspectos chave no que diz respeito ao bem-estar, à saúde e à qualidade de vida das pessoas. Na Europa, o primeiro país a realizar este Index de Saúde e Bem-Estar foi a Espanha.