A adopção de sistemas de iluminação eficiente proporciona vantagens económicas e ecológicas, uma significativa redução do consumo de energia, das emissões de carbono e dos custos, ao mesmo tempo que melhora o bem-estar das pessoas.
Bruxelas, Bélgica – A Philips aplaude a decisão da União Europeia de eliminar definitivamente as lâmpadas incandescentes no espaço da União Europeia até 2012. A decisão, anunciada em Bruxelas a 7 de Dezembro, está em linha com o apelo da Philips para acelerar a adopção de soluções de iluminação eficiente para combater as alterações climáticas.
“Esta decisão é um marco histórico nos nossos esforços de acelerar a adopção de soluções de iluminação eficientes”, disse Rudy Provoost, CEO da Philips Lighting. “A iluminação oferece uma grande oportunidade, não só de reduzir o consumo de energia e as emissões de carbono, para melhorar o meio ambiente, como também de proporcionar vantagens económicas. Ou seja, as soluções de iluminação energeticamente eficientes convertem um desafio económico e ecológico numa oportunidade para inovação e crescimento, com melhor qualidade de iluminação, o que aumenta o bem-estar das pessoas. A nossa liderança global em iluminação, aliada ao nosso enfoque estratégico, posiciona-nos para liderar futuras soluções sustentáveis inovadoras e novos modelos de negócio”.
Na Europa, em 2007, venderam-se 1.8 biliões de lâmpadas incandescentes e a adopção de soluções de iluminação eficiente terá um impacto importante. Com a substituição das lâmpadas tradicionais, os consumidores reduzirão de forma significativa o consumo de energia e combaterão as alterações climáticas, ao reduzir em 23 milhões de toneladas por ano as emissões de CO2. Além disso, anualmente, os consumidores podem economizar até 8 a 10 Euros em custos energéticos por lâmpada. Em média, as habitações possuem 20 a 30 pontos de luz e, com a grande variedade de lâmpadas eficientes e de halogéneo de baixo consumo que a Philips comercializa, incluindo as soluções LED, os consumidores podem criar o ambiente de iluminação que desejam nas suas casas.
Como líder na indústria de iluminação, a Philips antecipa-se à iniciativa de acelerar a adopção de sistemas de iluminação eficiente. Para além de economizar energia em casa, também é possível alcançar importantes economias na iluminação de rua e de edifícios. Num evento paralelo à conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, em Poznan, a Philips tornou público um Programa de Renovação que permitirá aos municípios e aos proprietários de edifícios levar a cabo uma acção imediata que contribuirá em grande medida para preservar o meio ambiente. E, durante a Mesa Redonda dos Líderes Empresariais sobre a Terceira Revolução Industrial, que se realizou em Bruxelas, apelou à colaboração para se passar imediatamente à acção.
“No ambiente económico e ecológico actual, a indústria da iluminação pode ajudar a economizar tanto dinheiro como energia e emissões de carbono”, comentou Garret Forde, CEO do negócio de Lâmpadas do sector da Philips Lighting para a Europa. “É uma oferta única e uma oportunidade importante em que todas as partes saem a ganhar. Ao substituir os sistemas de iluminação dos edifícios e das ruas, as empresas e as cidades podem beneficiar de importantes economias de custos e reduzir as suas emissões de carbono, alcançando os seus objectivos ambientais, ao mesmo tempo que ajudam a combater as alterações climáticas”.
“Todos podemos passar à acção hoje mesmo, não há barreiras, só vantagens”, acrescentou. “Em todos os negócios, esta oportunidade fomentará a expansão e reforçará a posição competitiva, ao mesmo tempo que contribui de forma imediata para preservar o meio ambiente e aumentar o bem-estar das pessoas. Em resumo, as soluções de iluminação eficiente converter-se-ão num desafio económico e ecológico e numa oportunidade de inovação e crescimento, com uma melhor qualidade de iluminação que aumenta o bem-estar das pessoas.”
Informação geral
A iluminação representa 19% da electricidade consumida, e a iluminação dos edifícios e das ruas contribui para 75% deste consumo. Com a aplicação das novas soluções que se encontram no mercado, pode alcançar-se uma poupança de energia de até 70%, ao mesmo tempo que se melhora o bem-estar dos empregados e dos cidadãos ao oferecer-lhes uma melhor qualidade de vida. Os estudos realizados indicam que, actualmente, 80% dos sistemas de iluminação dos edifícios está baseado em tecnologias obsoletas. A adopção de novos sistemas pode ser feita de várias formas. O modo de alcançar maior impacto é renovar todo o sistema de iluminação, incluindo sensores, enquanto o modo mais simples, ainda que menos eficaz, é a troca das lâmpadas do sistema de iluminação.
Se toda a iluminação do mundo se baseasse em sistemas eficientes, economizaríamos 120.000 milhões de euros em electricidade e 630 milhões de toneladas de CO2, o equivalente à produção de 500 centrais energéticas ou a 1800 milhões de barris de petróleo por ano.
|