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jun 01, 2020

Philips lança nova geração de biossensores wearable para deteção precoce do agravamento da situação clínica de pacientes, incluindo vigilância clínica para a COVID-19


 

O biossensor wearable sem fios (Philips Biosensor BX100) recebeu a autorização 510(k) da FDA e marcação CE para ajudar a monitorizar pacientes COVID-19 no hospital, com a primeira instalação no Hospital OLVG, na Holanda.

 

A Philips reforça assim o seu portfólio de dispositivos, software e serviços para identificar pacientes em risco de agravamento, ajudando simultaneamente a limitar a exposição, do paciente e a sua segurança, assim como preservar a utilização de equipamentos de proteção individual

Lisboa, 01 de junho de 2020 - A Royal Philips, líder mundial em tecnologias da saúde, anunciou hoje que recebeu a autorização 510 (k) da Food and Drug Administration (FDA) para o seu biossensor wearable (Philips Biosensor BX100) que permite ajudar a gerir pacientes confirmados e suspeitos com COVID-19 no hospital. A nova geração de biossensor wearable sem fios reforça a vigilância clínica na deteção do agravamento de pacientes, ajudando os médicos a detetar riscos, de forma a poderem intervir mais cedo e ajudar a melhorar o cuidado dos pacientes. Esta solução já recebeu o selo CE e a primeira instalação está atualmente a ser utilizada no Hospital OLVG, na Holanda, para ajudar a gerir a triagem e a vigilância clínica de pacientes com COVID-19.

 

O Biossensor Philips BX100 foi projetado para trazer uma nova abordagem à medição de sinais vitais, apoiando a vigilância de pacientes de menor gravidade, passando de unidades de cuidados intensivos para áreas de cuidados gerais de menor vigilância num hospital. O biossensor leve e descartável é um adesivo de 5 dias para utilização única que pode ser integrado numa plataforma para monitorizar vários pacientes, em vários quartos. Criado para incorporar os fluxos de trabalho clínicos existentes para visualização e notificações em dispositivos móveis, o dispositivo não requer limpeza ou carregamento. O biossensor wearable sem fios, para utilização por parte de profissionais de saúde em pacientes com 18 anos de idade ou mais, adere discretamente ao peito para recolher, armazenar, medir e transmitir a frequência respiratória e a frequência cardíaca a cada minuto - os dois principais elementos de previsão de agravamento - bem como parâmetros contextuais, como postura, nível de atividade e deambulação.

O OLVG, um hospital de referência na Holanda está a responder à situação de emergência da COVID-19 monitorizando remotamente, em salas de isolamento, os pacientes diagnosticados ou suspeitos de COVID, mas que não precisam de ventilação. Para responder à necessidade dos hospital prestar apoio aos pacientes COVID-19 em isolamento, o OLVG implementou a solução Philips de deteção de agravamento de pacientes constituída por software de análise inteligente orientado por dados (IntelliVue GuardianSoftware) para alerta precoce, monitorização avançada (EarlyVue VS30) e o Biossensor Philips BX100.

 

 “Durante este período sem precedentes, o Biossensor Philips BX100 ajuda a fornecer rápida implementação para vigilância clínica, com o objetivo de diminuir o risco de exposição dos profissionais de saúde ao adquirir sinais vitais frequentes para o paciente e atenuar a procura por equipamentos de proteção individual (EPI)”, afirmou. Peter Ziese, General Manager Monitoring and Analytics da Philips. "O biossensor é parte integrante da nossa solução de Deteção de Agravamento do Paciente, que ajuda a identificar os sinais ligeiros de agravamento no estado do paciente no local de atendimento, horas antes que uma situação adversa possa ocorrer”.

 

"Com a ajuda deste novo biossensor, podemos monitorizar contínua e remotamente os pacientes, o que é especialmente importante nas enfermarias da COVID-19", referiu Florian van der Hunnik, Diretor de Enfermagem e líder de equipa da ala dedicada à COVID-19 no Hospital OLVG em Amsterdão. "Como não podemos entrar e sair dos quartos dos pacientes sem equipamento de proteção, esta inovação ajuda a melhorar a forma como desenvolvemos o nosso trabalho".

 

A nova geração de biossensor da Philips faz parte do vasto portfólio de soluções Philips para lidar com o agravamento do paciente, apoiando os cuidados gerais em todo o mundo com inteligência clínica. Para mais informações sobre como a Philips está a enfrentar globalmente o Coronavírus, visite hub COVID-19 da Philips.

Sobre a Royal Philips

Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHI) é uma empresa líder em tecnologias da saúde, centrada em melhorar a vida das pessoas e facilitar a obtenção contínua de melhores resultados na saúde, desde os hábitos saudáveis e a prevenção, ao diagnóstico, tratamento e cuidado no lar. A Philips faz uso da sua avançada tecnologia e dos seus profundos conhecimentos clínicos e do consumidor para oferecer soluções integradas. Com sede na Holanda, a companhia é líder em imagem diagnóstica, terapia guiada por imagem, monitorização e informática da saúde, assim como em saúde do consumidor e cuidado no lar. A Philips contabilizou vendas no âmbito do seu portefólio de tecnologias de saúde de 19.500 milhões em 2019 e emprega aproximadamente 80.000 pessoas, com operações comerciais e serviços em mais de 100 países. Todas as notícias de Philips encontram-se em http://www.newscenter.philips.com/pt_pt 

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César García Requena

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